sexta-feira, 22 de janeiro de 2010



Vem, chuva, coloca o cheiro do pó, dos pastos de minha terra, traz para dentro da alma e o deixe grudado aqui até a eternidade. Fica, chuva, no meu pensamento.
Vem, chuva, tras as folhas roladas vadiamente, ao sabor do vento que me achega em armonia.
Fica, chuva, de saudade cinza, me traz denovo a alegria.

Vem, chuva, vagueira em minha vida ao comando do destino à espera do próximo passo.

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